No município de Juti, Mato Grosso do Sul, duas iniciativas foram reconhecidas hoje (26) pela assessoria de imprensa da prefeitura. Voluntários da cidade estão produzindo e distribuindo máscaras de proteção e sabão líquido.

O ‘Instituto Cerrado Guarani’, organização sem fins lucrativos, confecciona tanto máscaras descartáveis, quanto reutilizáveis, destinado-as à população em vulnerabilidade social e à funcionários públicos.

O segundo exemplo de solidariedade vem do professor de matemática, Sérgio Pereira dos Santos e seus familiares, que juntos produzem sabão líquido de álcool , também direcionado às famílias mais carentes.

Elizângela Martins Biazotti dos Santos, a prefeita, conhecida como ‘Laka’, comentou sobre a boa ação dos voluntários: “Agradeço aos parceiros que colaboram com nossa população neste momento tão difícil que estamos vivendo com a pandemia do coronavírus, só temos a agradecer e colaborar para que suas produções continuem a beneficiar mais gente”.

A Secretaria Municipal de Assistência Social é responsável pela distribuição das máscaras e do sabão, segundo critérios socioeconômicos. Os cidadãos que se interessarem em ajudar com material ou mão de obra, podem procurar o CRAS – Centro de Referência em Assistência Social ou ligar para o número de telefone (67) 3463-1403.

Outras ações de doação

Na última sexta-feira (22), as secretarias municipais de assistência social e de saúde e a superintendência municipal de trânsito, apoiadas pela polícia militar, efetuaram uma visita aos indígenas da Reserva Jarará. Além da doação de 160 litros de sabão de álcool, também foram repassadas informações de prevenção ao coronavírus, com o intuito de conter a pandemia.

O superintendente de vigilância sanitária, Agnaldo Flores, falou sobre as orientações e as barreiras sanitárias: “Estamos preocupados com o momento em que estamos vivendo e o cuidado por parte de todos os cidadão é importante, principalmente das reservas indígenas de nossa cidade. hoje realizamos instruções de higiene básica e do uso de máscaras para eles e principalmente discutimos sobre o controle de pessoas de outras localidades na aldeia que pode ser um fator de risco grande para que o vírus comece a circular.”

“Ficou a critério dos indígenas a criação de uma barreira sanitária nos acessos a aldeia, que terá nosso total apoio”, destacou o superintendente.

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