O Secretário de Saúde de Patos de Minas, Carlos Rezende, visitou a unidade a Unidade de Pronto Atendimento, (UPA), do bairro Jardim Peluzzo/Patos de Minas, para verificar e fiscalizar as condições de atendimento que a UPA tem oferecido aos paciente da região.

 

O Secretário esteve no local, também, para verificar as carências e necessidades da UPA e o que pode ser melhorado, principalmente no atendimento. Segundo o secretário, estuda-se montar mais dois consultórios provisórios. Além disso, o secretário planeja, também, montar uma mini enfermaria, visando a ampliação da capacidade de atendimento.

 

Segundo o secretário  o projeto de ampliação é necessário, principalmente em razão do aumento de casos de contaminação pelo novo coronavírus. Contudo, segundo informações da prefeitura, o investimento na infraestrutura do local, visa o melhoramento dos atendimentos em geral. 

 

Além disso, segundo a Prefeitura, a unidade está classificado pelo Ministério da Saúde em nível VII, ou seja: com capacidade para atender até 250 mil pessoas. O custo mensal para a manutenção e funcionamento da UPA é de 1,4 milhão. Entretanto, embora receba recursos do Governo Federal, a prefeitura alega que a maior parte dos recursos de manutenção da UPA vem da gestão municipal.

 

Além disso, na oportunidade da visita, o secretário de Saúde, recepcionou uma série de materiais de proteção para os profissionais da saúde. EPIs em geral, para proteção contra o coronavírus: máscaras, luvas, toucas e aventais. 

A luta dos profissionais da saúde

Os materiais foram enviados pelo Governo Estadual. Entretanto, parte dos materiais enviados foram doados pela empresa Vale do Rio Doce De acordo com a prefeitura, a UPA recebeu mais de 170 mil em doações de materiais.

 

Para os centros de saúde, os tempos tem sido de grande dificuldade. A doação e chegada de materiais ´para as redes de saúde, sempre é bastante comemorada pelos profissionais. Principalmente porque, a escassez de material tem levado os profissionais de saúde a realizar verdadeiros sacrifícios.

 

Alguns passam horas intermináveis sem ir ao banheiro, pois precisarão se desfazer de todo o equipamento e, na falta de materiais, a probabilidade de não ter nossos equipamentos de proteção individual é muito alta.

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